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20 de janeiro de 2015

Série Revelações




Eu tenho medo de escrever.

É isso mesmo. Eu tenho medo de escrever e embora essa não seja a minha primeira oficial revelação, eu achei melhor já falar logo sobre isso.

Eu amo escrever e ao mesmo tempo morro de medo de fazê-lo. Não sei porque. Talvez seja porque eu sei o tipo de leitura que eu gosto e não aceitaria escrever nada menos do que o que eu mesma gostaria de ler.

Talvez seja porque eu não sei a reação que as pessoas vão ter ao lerem o que escrevi ou talvez tenha a ver com as muitas outras revelações que vou fazer aqui no blog. Não sei.

Muitas pessoas que não me conhecem pessoalmente, que só me conhecem através desse blog, redes sociais ou de me verem em reuniões ou até mesmo da igreja, podem ter a ideia errada de que eu tenho tudo direitinho na minha vida, que a minha vida é maravilhosa, que eu quase não cometo erros ou que sou muito sábia (não sei se alguém realmente pensa assim, mas em todo caso kkk).

Assim como sobre os filmes que eu escrevo, a realidade não poderia estar mais longe da verdade e é por isso que eu decidi começar essa série aqui no blog.

Pra mim é mais fácil aprender algo através das experiências de uma pessoa. Por exemplo, se uma amiga minha fala sobre todas as suas conquistas e como a sua vida é melhor e bem diferente do que era antes, eu fico feliz e celebro com ela mas ali acaba aquela história. Mas se ela me conta sobre as suas lutas, de como foi difícil pra ela e sobre as vezes em que ela errou, eu te digo, ela terá a minha atenção absoluta pois essa é a realidade das coisas. E é com isso que eu me identifico.

Não é por isso que a maioria das pessoas amam assistir filmes baseados em histórias reais? Elas querem algo verdadeiro, algo mais do que simplesmente uma história bonita e comovente. Elas querem algo que possam usar em suas próprias vidas.

Eu sei que eu não sou perfeita e embora eu gostaria muito que esse fosse o caso, muitas vezes eu não acerto. Eu cometi muitos erros, decidi errado muitas vezes, fiquei parada quando deveria ter me movido e fui em frente quando não deveria ter feito nada. Eu tive dias maravilhosos e tive dias maus e tenebrosos. E compartilhando as minhas experiências com você, eu espero que você possa aprender algo, qualquer coisa por menor que seja, que você possa usar na sua vida.

É impossível falar sobre as coisas que aprendi sem falar das pessoas que me ensinaram, por isso, eu estarei falando sobre algumas das minhas amigas (elas não sabem hehehe).

Mas voltando ao começo, eu tenho medo de escrever. Até agora eu já escrevi 4 peças teatrais, um livro e vários posts no blog e até hoje eu sinto um frio na barriga toda vez que eu sei que tenho que escrever. Eu me sinto mal com isso? Já não deveria ter vencido esse medo? Sim e sim, mas isso não interessa. O que interessa é que eu escrevo independente de como me sinto. Eu venço o meu medo todas as vezes que sento na frente do meu computador e começo a digitar.

É assim quevocê vence o medo. Embora 90% de você te diga que você não pode, que não é capaz, você faz mesmo assim. Você não espera se sentir corajoso. Você se comporta corajosamente e em breve vai descobrir que não precisa sentir nada. Você só precisa crer.

Então fiquem ligados aqui no blog para a minha primeira oficial Revelação. Eu chamo esse episódio da minha vida de: “O Beijo da Revelação” O_o

Então até terça que vem ;)


* No “Beijo da Revelação” eu falo sobre uma amiga minha que sem saber, teve um papel importantíssimo no começo da minha mudança. E embora eu não possa revelar seu nome ainda, eu creio que alguns de vocês a conhecem. Aqui vai uma pista... ela é linda, tem cabelo longo preto, também tem um blog e estava em uma das fotos recentes no meu Instagram. Consegue adivinhar quem é?


9 de janeiro de 2015

Invencível

Essa imagem mostra a minha parte favorita no filme


Antes de dizer qualquer outra coisa, vamos fazer um acordo ok?

Vamos fingir que eu tenho escrito no meu blog todo esse tempo. Eu não vou mencionar que não escrevi uma palavra sequer aqui nos últimos 10 meses e você vai fingir que eu nunca parei de escrever :)

Não, não posso fazer isso kkk

Eu senti tanta falta de escrever aqui!! E senti tanta falta de ler seus comentários que estou com medo de acabar estragando essa resenha e escrevendo tudo errado.

Mas vou tentar ok?

Como alguns de vocês já devem ter visto no meu Facebook, semana passada eu fui ao cinema – àquele cinema legal onde a cadeira reclina e a pipoca é de graça (uhu!) – e eu assisti um filme que não foi muito divulgado mas que vale tanto a pena assistir! É um filme chamado Invencível.

Ele é sobre esse rapaz, Louis Zamperini, que quando criança, nunca acreditou que poderia ser algo na vida, até que seu irmão mais velho o encorajou a se juntar à equipe de atletismo da escola. Ele se deu uma chance e descobriu que manjava muito do negócio. Ele passou a ganhar todas as competições e embora ainda fosse muito jovem, conseguiu competir nas Olimpíadas.

Alguns anos depois, ele foi enviado para a guerra no Japão. E quando estava de partida, seu irmão disse algo – preste atenção nessa parte, pois é aqui que você começa a perceber que esse filme vai ser bom. Ele diz pra ele assim:

“Um momento de dor vale uma vida de glória.”

E aí seu trem parte para a guerra.

Em uma de suas missões no Japão, o avião em que estava, cai no mar – causando a morte de 8 de seus amigos. Somente ele e mais 2 sobrevivem. Um deles, assim que entra no barquinho salva-vidas, que seria a moradia deles pelos próximos 47 dias, começa a dizer, “Nós vamos morrer! Nós vamos todos morrer!!” Adivinha o que aconteceu com ele?

Louis e seu amigo sobreviveram 47 dias no mar, comendo peixe cru e bebendo água da chuva, mas um dia houve uma grande tempestade e vendo que a morte era provavelmente inevitável, ele faz uma oração e pede a Deus para tirá-lo dali e que se o tirasse, ele O serviria para sempre e faria o que Ele quisesse. Nesse momento você sabe que esse filme vai ser MUITO bom.

A tempestade passou e eles ainda estavam perdidos em alto-mar, sem nenhum sinal de resgate. Quando todas as esperanças pareciam perdidas, um navio vem e os resgata. Mas pensa numa coisa dessas... o navio era dos Japoneses, os inimigos que eles estavam lutando na guerra!

Ele e seu amigo são levados para um campo de prisioneiros de guerra e o que acontece dali pra frente é algo além do que eu posso descrever aqui. Você tem que assistir. Tudo o que eu posso dizer é que eu nunca me esquecerei das mensagens passadas nesse filme.

Se eu tivesse que resumir todas as mensagens em uma palavra, ela seria: Resistência.

As situações que Louis passou e a sua reação à elas são simplesmente.... Você vê que há um Poder Maior com ele. Você vê que Deus está com ele em todas elas, porque senão ele não poderia e não teria sobrevivido.

Esse filme nos ensina a importância de não deixar com que as ações das pessoas nos mudem; ou com que as pauladas que a vida nos dá, nos derrubem. Ele mostra o poder de não pagar com a mesma moeda mas segurar firme no que você sabe que é certo e permanecer firme nessa fé. Sim, esse filme é sobre fé e sobre crer até o fim.

Olha só, se esse fosse um filme normal, escrito por um escritor talentoso, já seria bom, mas a melhor coisa é que ele é uma história real. Uma história sobre resistência, resiliência, perdão, fé. É sobre uma a resposta de uma oração feita em um momento de desespero. É sobre como Deus nunca abandona aqueles que crêem e confiam Nele, ainda que por muito tempo pareça que Ele o tenha feito.

Eu não posso falar mais nada, exceto que eu amei esse filme e que se você não tinha planos de assistir Invencível, você realmente deveria.

Porém eu deixarei com você essas frases muito legais do filme, só pra dar um gostinho. Quando o Zamperini disse que queria matar seus inimigos, que ele nem se importava se morresse ao fazer isso; ele só queria matá-los, um companheiro prisioneiro de guerra diz assim pra ele:

“Não é assim que os vencemos. Nós os vencemos chegando vivos ao final da guerra. Essa é a nossa vingança.”


Quer dizer... simplesmente demais!

11 de outubro de 2013

Qual é o seu maior medo?



Essa é uma pergunta que o Carter do filme Treino Para a Vida vivia perguntando aos jogadores do seu time de basquete. A pergunta sempre vinha do nada.

Ninguém entendia porque ele ficava perguntando isso e a verdade é que ninguém sabia a resposta ou queria pensar sobre isso. Até que alguém lhe deu uma resposta bem inesperada...

Eu assisti esse filme oito anos atrás mas nunca me esqueci da resposta. Eu lembro que por dias eu fiquei pensando sobre isso. E depois de ler o post da Cristiane Cardoso "Ela é a luz" eu me lembrei do que tinha escutado e decidi dividir com vocês.

Essa é a resposta mostrada no filme:

"O nosso maior medo não é de sermos inadequados.O nosso maior medo é sermos poderosos além do que imaginamos.É a nossa luz e não a nossa escuridão que mais nos assusta.Nós nos perguntamos, quem sou eu para ser brilhante, linda(o), talentosa(o) e fabulosa(o)?Na verdade, quem é você pra não ser todas essas coisas? Você é uma(o) filha(o) de Deus. Ser insignificante não ajuda em nada o mundo.Não há nada de especial em se diminuir para que as outras pessoas não se sintam inseguras ao seu redor.Todos fomos feitos para brilhar,  assim como crianças. Nascemos para manifestar a glória de Deus que está dentro de nós.Isso não é só pra alguns, mas pra todos.E enquanto deixamos a nossa própria luz brilhar, inconscientemente damos às pessoas permissão para fazer o mesmo.E ao sermos libertos do nosso próprio medo, a nossa presença automaticamente liberta os outros.”

O que você acha que isso significa?

O que poderia significar pra você?


Compartilhe a sua opinião conosco nos comentários abaixo. Eu estarei compartilhando a minha nessa próxima segunda-feira :)

7 de outubro de 2013

Sapo tipo Michael Myers



Todo mundo sabe o quão fácil é começar algo e quão difícil é terminar.

Eu diria que ainda mais difícil do que terminar é mantê-lo da maneira que você quer.

Isso foi algo que percebi recentemente através do Desafio do Tempo... eu não sou boa para manter certas coisas. Geralmente acontece assim: Eu faço algo e gosto de fazer bem feito e quando termino, risco da minha listinha de afazeres e esqueço completamente do assunto, afinal de contas já acabei, terminei :)

O tempo passa e agora estou totalmente focada em outra coisa. Estou trabalhando para terminar minha próxima tarefa quando de repente, eu olho pro lado e lá está osapo que eu acabei de comer, vivinho da silva como se eu nunca o tivesse tocado!

E esse é o problema quando o assunto é a boa administração do tempo, terminar uma coisa e mantê-la assim.

É como quando você limpa a sua casa. Você pode tirar um dia inteiro para fazer uma limpeza de cima a baixo, para organizar e deixar tudo da maneira que você gosta, mas se você não manter a casa organizada, na semana que vem quando separar um dia para fazer a limpeza novamente, vai gastar a mesma quantidade de tempo ou até mais.

Esse é o ciclo em que muita gente cai. Elas nunca têm tempo para outras coisas, parecem nunca conseguir um tempinho para nada novo ou até mesmo para fazerem as coisas mais importantes que têm que fazer, porque as suas responsabilidades atuais e as coisas que estão sempre acostumadas a fazer estão sempre tomando todo o seu tempo.

A solução? Manutenção. Faça uma coisa, termine-a e trabalhe para mantê-la daquela maneira. Se é a limpeza do seu quarto, limpe e o mantenha limpo até o próximo dia de limpeza. Se são as suas roupas, lave, guarde e as mantenha organizadas até que tiver que fazer isso de novo. A mesma coisa com a sua casa, a mesma coisa com tudo que você começa e termina.

É nisso que estarei trabalhando por todo esse mês. Se você é minha parceira no Desafio do Tempo ou deseja ser, você deveria fazer o mesmo ;) Eu estarei vindo aqui na seção de comentários no final de cada semana para contar como vai indo a minha “manutenção” e eu adoraria ouvir de você também.


Lembre-se: Um sapo uma vez comido tem que continuar morto, senão é como ter um sapo tipo “Michael Myers” na sua vida. Não importa quantas vezes você o mate, quando você olha pra trás, ele ainda está vindo pra te pegar O_o

4 de outubro de 2013

A história da sua vida



Recentemente eu entendi porque gosto tanto de filmes.

É a mesma razão porque eu gosto de livros. Eu gosto das histórias, de ver como a personalidade de um personagem se desenvolve, as escolhas que ele faz, as lutas que ele passa, suas indecisões, sua vulnerabilidade, como a história da sua vida progride nas duas horas que mantenho os meus olhos na tela e por fim, eu gosto de ver seu final feliz.

Quando eu era criança eu sempre quis que a minha vida fosse como nos filmes que eu assistia ou nos livros que lia. As coisas pareciam tão mais simples, tão mais interessantes e definitivamente pareciam acontecer muito mais rápido do que na vida real. A verdade é que, eu gostava de assistir filmes naquela época porque me ajudava a escapar da minha própria vida, da minha própria realidade.

Claro que a minha razão de assistir e gostar de filmes mudou, mas quanto mais eu pratico esse hobby, mais eu vejo que a nossa vida é como a história de um filme ou livro.

A história da sua vida começou anos atrás. Pra muitas pessoas ela tem sido triste desde o começo. Já que não escolhemos a família em que nascemos, os pais que temos e as condições financeiras em que crescemos, por um tempo a nossa vida depende inteiramente das decisões de outras pessoas.

Mas o dia chega, como acontece com todos, em que somos capazes de tomar as nossas próprias decisões, quando já não precisamos de outras pessoas para nos guiar entre o certo e o errado, mesmo sendo jovens, começamos a pensar por nós mesmos.

Até esse dia, outra pessoa estava “escrevendo” a nossa história e seja lá o que for de ruim que tenha acontecido, não podíamos fazer nada a respeito. Mas aquele dia chega e agora você é quem está preenchendo as páginas da sua vida.

Infelizmente algumas pessoas decidem continuar culpando os outros por todas as coisas ruins que aconteceram com elas ou pelas coisas que nunca tiveram. Algumas vivem a vida de qualquer maneira pois não acreditam que ela pode ser diferente do que tem sido até agora e outras ainda, pensam que agora não é hora de tomar nenhum tipo de decisão séria, pensam que são muito jovens e por isso devem aproveitar as coisas “boas” da vida. Poucas escolhem levar sua história em uma direção diferente que a maioria das pessoas.

Dezoito anos atrás eu decidi mudar o curso da minha história. Eu entreguei a minha vida para Deus e desde então, a cada dia, Ele tem me ajudado a escrever uma história melhor do que eu tinha vivido até então. Houveram muitas dores, decepções e lutas, como em qualquer boa trama, mas houveram também vitórias, bênçãos inesperadas, felicidade, muitas risadas e até um príncipe J E com a Sua ajuda eu estou caminhando em direção ao meu final feliz.

Todos querem um final feliz, mas nem nos filmes a história pula do “era uma vez” para “e viveram felizes para sempre”. Tem muita coisa a ser preenchida entre esses dois acontecimentos e é isso que você está fazendo na sua própria vida.
           
A cada dia você está escrevendo uma página da sua história, você está tomando decisões que vão levar essa história a algum lugar. E onde ela está indo?

Hoje e todos os dias são simplesmente páginas em branco do livro da sua vida e é VOCÊ que está segurando a caneta.

O que você vai escrever nos próximos capítulos?

30 de agosto de 2013

Escritores da Liberdade



Eu fico me perguntando por que será que toda vez que eu quero escrever sobre um filme que eu gostei muito, eu pareço ficar sem palavras?

Parece que não importa o quanto eu escreva ou quão bem eu explique, eu nunca conseguirei expressar aos meus leitores o porque de gostar tanto de um certo filme, especialmente quando ele é baseado em uma história real.

Isso foi exatamente o que aconteceu com a resenha do filme dessa semana. Eu estou querendo falar sobre ele há muito tempo, mas sempre achava uma “desculpa” para adiar e deixar para um outro dia... até agora.

Eu assisti esse filme pelo menos umas quatro vezes e ele sempre me surpreende.

É a história sobre uma mulher chamada Erin Gruwell (atuada por Hillary Swank), que depois de ter seguido uma carreira diferente, decide que é hora de realizar o sonho que sempre teve de ser professora. Ela aplica em uma das escolas e fica radiante quando é contratada.

Ela se prepara de todas as maneiras para o seu primeiro dia. Escolhe a melhor roupa, chega cedo e fica lá esperando nervosa e ansiosamente pelos alunos. Você consegue ver a felicidade em seu rosto. Seu sonho vai finalmente se realizar. Ela vai poder ensinar o que sabe para uma classe inteirinha de jovens e quem sabe, fazê-los ver o mundo um pouquinho do jeito que ela vê.

Ela é muito inexperiente mas oh como espera inspirá-los de alguma forma!

E assim um por um, os alunos começam a entrar na sala 203 onde terão aulas de Inglês com a nova professora e ao entrarem, ela sorri... ela quer que eles se sintam bem-vindos.

Mas ela não estava preparada para o que viu em seus rostos. Ninguém correspondeu ao seu gesto carinhoso; em vez disso ela viu raiva, desinteresse, ódio, racismo, resistência, preconceito, conflito, angustia, medo... e tudo isso no primeiro dia! Cada aluno sentou com o seu “grupinho”, virou a cadeira para o lado que queria e simplesmente fez o que bem entendia. Tudo o que queriam na verdade é que o sinal tocasse para irem para a próxima aula e depois pra casa. Ninguém estava nem aí pra ela, ninguém se importava com o fato de que ela estava presente.

Não preciso nem dizer que seu primeiro dia como professora com um desastre total e os próximos não foram diferentes. Ela tentava ensiná-los mas ninguém prestava atenção. Então ela descobriu que a maioria dos estudantes da sua classe e da escola toda eram membros de gang; eles carregavam facas e armas para a escola, brigavam entre si, brigavam fora da escola, muitos eram pobres, alguns não tinham casa e ninguém, nenhum deles acreditava que poderiam ser alguém na vida.

Eles não a respeitavam e não davam a mínima para o que ela tinha a dizer ou ensinar.

Então afinal de contas querer ser professora não foi uma boa ideia.

Talvez alguns sonhos nunca se realizam... talvez fazer a diferença em algum lugar ou na vida de alguém não é pra todos. E ao olhar para todas as coisas que estão dando errado em sua vida, você percebe que talvez... talvez você não é bom o suficiente.

Quem nunca enfrentou uma situação difícil ou uma grande decepção que lhe fez sentir exatamente assim?

Eu já.

E depois de ler isso talvez você pergunte, “Como pode esse filme ser bom? Se essa é a história, por que eu deveria assistir?

Mas é aí que a história começa a ficar bem interessante...

Eu ainda não contei a melhor parte.

Volte aqui na próxima sexta-feira que eu te conto ;)

26 de julho de 2013

Meu Malvado Favorito 2



Não, essa não é uma repetição da resenha da semana passada. Essa é sobre "Meu Malvado Favorito 2" :)

Deixe-me começar dizendo que eu AMEI esse segundo filme ainda mais do que o primeiro!

É tão tão tão engraçado!!! Eu acho que um post não seria suficiente para descrever o quão divertido foi assistir esse filme.

Pra dizer a verdade, eu chorei de tanto rir. Duas vezes!

Tem duas cenas nesse filme que são simplesmente demais. Eu estava rindo tanto que não conseguia nem ficar com os olhos abertos. Me senti como uma criancinha!

Então, antes de eu dizer qualquer outra coisa, vou dizer o seguinte:

ASSISTA ESSE FILME! Leve seus filhos, convide o marido, vá com os seus amigos. Você não vai se arrepender!

Mas antes você deveria assistir o primeiro. Vai fazer mais sentido e você vai ver como o segundo realmente completa o primeiro ;)

E a mensagem é simplesmente muito boa. Falou muito comigo...

O primeiro filme mostra a importância de se ter uma família e valoriza-la.

Este segundo reforça essa ideia trazendo um ponto ainda mais forte e que algumas pessoas parecem não dar a mínima importância.

Se você conhece um pouquinho da história, você sabe que o Gru (o personagem principal) adota três menininhas, a Margo, a Edith e a Agnes, mudando assim o seu mundo pra sempre. Agora elas têm algo que antes somente sonhavam em ter: Um lar de verdade e um pai. Alguém que as ama, cuida delas e estará sempre com elas.

Então agora elas são felizes não é verdade? Elas têm tudo que queriam. Uma família.

É mesmo?

Deixa eu te mostrar uma conversa que aconteceu no filme que me fez pensar duas vezes a respeito disso.

A Agnes, a mais novinha das meninas (e a mais fofa também) está tendo muita dificuldade em ensaiar para uma peça de teatro da escola. A peça é sobre as mães (para o dia das mães eu acho) e ela simplesmente não consegue falar as frases de uma maneira natural. Toda vez que tenta, acaba parecendo um robô. Então aqui vem seu pai ao seu resgate. A conversa é mais ou menos assim:

-       - Eu não consigo!
-       - Você vai ter que continuar tentando Agnes.
-       - Eu acho que nem deveria participar da peça de teatro.
-       - Por que não?
-       - Eu nem tenho uma mãe...
-       - Bem... então por que você não usa a sua imaginação?
-       - Como assim? Você está dizendo que eu devo fingir que tenho uma mãe?
-       - Exatamente! Você acha que consegue?
-       - Sim! Eu faço isso o tempo todo...


E aqui fica a minha pergunta para todos os leitores desse blog.

Você consegue ver o que eu vejo nessa conversa?

Ela fala com você tão forte como fala comigo?


O que ela te diz?

19 de julho de 2013

Meu Malvado Favorito

* Essa resenha é sobre o primeiro filme. Para saber sobre o segundo, volte aqui sexta-feira que vem. 
“Rapha, sabia que você fala igualzinho aos Minions?” – disse a minha amiga.
“Minions? O que são Minions?” – respondo eu.
“Aqueles… do filme ‘Meu Malvado Favorito’. Os bichinhos amarelos.” 
“É mesmo? Eu nunca assisti esse filme. Como eles falam?” 
“Eles não falam. Bem, eles falam mas ninguém os entende.” 
Min
 Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk….
Se você já assistiu esse filme, então você sabe que a minha amiga não estava me ofendendo. E se você já conversou comigo, você sabe que o que ela quis dizer é que eu sou muito expressiva quando falo… que às vezes quando eu falo, as pessoas me entendem mais pelas minhas expressões e gestos do que propriamente minhas palavras :)
Nem preciso dizer que o comentário dela me deixou super curiosa pra assistir esse filme, embora não seja muito fã de desenhos, mas assisti mesmo assim.
E AMEI!
É a história sobre esse homem, que desde pequenininho, sonhava em ir à lua e fazer com que a sua mãe se orgulhasse dele. Ele ansiava por sua aprovação.
Mas nada do que ele fazia causava nenhuma impressão nela. Então já que ser bonzinho não funcionou, ele decidiu ser malvado e se tornar um vilão famoso. Ele parecia não ter coração e não se importar com ninguém, exceto o cientista que o ajudava com as suas invenções e os Minions (os bichinhos que mencionei acima) que os ajudavam com seus planos.
Até que ele encontra três menininhas que viviam em um orfanato.
Ele não se importa com elas, mas porque as tais são as únicas que o podem ajudar com seu mais novo plano, ele decide adotá-las. E agora você tem que assistir pra saber o resto ;)
O filme todo é muito legal e tão engraçado! Eu ri tanto! E simplesmente me apaixonei pelos Minions hihihihi… Porém o que eu mais gostei foi a mensagem que ele transmite. Embora seja um filme feito para crianças, eu achei que a mensagem foi mais para os pais.
Ele mostra claramente a importância de uma família.
Alguns de nós crescemos em uma família boa e atenciosa, outros infelizmente não, mas somos nós que decidimos o que fazer com isso. Vamos ser frios, revoltados, amargurados e tratar a nossa família do mesmo jeito que fomos tratados? Vamos dar mais importância às coisas na nossa vida do que às pessoas que fazem parte dela?
Quer você tenha recebido muito amor na sua criação ou não, um dia você vai ter que fazer a escolha de quem VOCÊ quer ser para sua família e seus filhos.
Há muitas coisas necessárias e importantes em nossa vida, mas todos os dias nós temos que decidir o que é MAIS importante. Para algumas pessoas são os estudos, suas carreiras, ser bem sucedido como profissional no ramo que escolheram. Para outras é ganhar muito dinheiro ou ser famoso. Alguns outros consideram suas famílias a coisa importante em suas vidas e pra alguns, Deus é O mais importante.
Mas na verdade não importa o que dizemos ser o mais importante. Podemos achar que é uma coisa quando na verdade é outra. Então como saber de verdade?
Não é o que dizemos que mostra o que REALMENTE queremos. É o que fazemos. Todos os dias.
Aí você me pergunta: “E você pegou tudo isso assistindo a um desenho animado??”
Pois é!
Acredite ou não.

8 de julho de 2013

O que é o Desafio do Tempo?



As pessoas têm perguntado na minha Página do Facebook o que é o Desafio do Tempo. Então aqui vão algumas perguntas e respostas para que você entenda melhor:

O que é o Desafio do Tempo?
É um desafio para nos ajudar a mudar ou melhorar a administração do nosso tempo.

Como funciona?
O Desafio do Tempo consiste em tarefas enviadas a todos os participantes todas as semanas. As tarefas realizadas são monitoradas por mim e outras parceiras. Todos os participantes devem se esmerar para completar a tarefa dada até o final de cada semana. Aqueles que assim não fizerem são eliminados no final do mês.

Como tudo começou?
Clique aqui para saber mais.

Você é uma expert?
Não. Eu sou como todo mundo que luta para fazer o máximo com o tempo que têm. E assim como eles, eu estou lutando para usar o meu tempo de uma maneira que me permita fazer o que tenho que fazer como também o que quero fazer.

Quem pode participar?
Qualquer pessoa que tem dificuldade com a administração de seu tempo. Tudo que precisam fazer é registrar ;)
Elas têm que estar dispostas a serem desafiadas e a perseverarem até conseguirem o resultado que querem.

Como eu posso me registrar?
Clicando aqui.

Nós temos um novo round começando a cada 3 meses. O próximo será em Setembro e será o último em 2013. Então, se você quer participar, corra! Há poucas vagas.

Tem mais perguntas sobre o Desafio?

Pergunte nos comentários abaixo. 

5 de julho de 2013

Homem de Aço


Quem nunca viu um filme do Super Homem? Quem não conhece a história?
Aparentemente algumas pessoas… uma das minhas amigas nunca tinha visto até que esse último saiu em cartaz (chocante… eu sei rsrs) O_o
Mas eu não estou aqui para falar sobre a história; ela é a mesma das outras passadas. Eu estou aqui para ressaltar as razões por ter gostado tanto desse, porque eu assistiria novamente e porque, caso não tenha feito ainda, poderia ser uma boa ideia assisti-lo.
O pai do Super Homem é um guerreiro. Eu me lembro que nos filmes antigos, mandar o nenenzinho embora envolvia muita emoção. Porém nesse agora, ele é mais decisivo e corajoso. Ele chega até a lutar!
Eu acho que escolheram o ator perfeito para o papel. Ele fez muito bem :) Sem contar que finalmente tiraram aquele cachinho da testa do Super Homem. Tudo bem nos anos 80, mas voltaram a usar o tal cachinho no filme de 2006… por favor!
Eu gostei muito do relacionamento entre o Clark e seu pai adotivo. Ele acreditava tanto nele! E embora não entendesse os poderes que seu filho tinha, sempre fez com que ele os visse de maneira positiva. Ele o fez sentir especial e não “esquisito”. Ele acreditava nele, no seu potencial e no que poderia se tornar. Seria muito bom se todas as crianças hoje em dia recebessem um tratamento assim da parte dos pais. Seria mais fácil para acreditarem em si mesmos…
O Super Homem não é tão confiante como nos filmes anteriores. Ele não pensa que é o tal. E isso foi uma das coisas que eu mais gostei a respeito desse filme.
Tem uma cena em que ele não sabe o que fazer. Não tem certeza se consegue confiar e alguém diz assim pra ele:
“Às vezes você tem que tomar um passo de fé. A confiança vem depois”.
Confiança foi algo que ele teve que alcançar com cada passo que deu, com cada decisão que tomou e com cada inimigo que teve que enfrentar.
Então pra resumir, eu gostei dessa versão do Homem de Aço porque mostra mais do que um alienígena com poderes especiais. Ele mostra sua indecisão, sua vulnerabilidade, seus medos e o mais importante, sua decisão de crer apesar de tudo isso.
Agora, aí está algo que todos nós entendemos muito bem, não é verdade?
E pra finalizar, tem uma frase que seu pai biológico diz bem no começo do filme. Ele diz:
“You will give the people of Earth an ideal to strive towards…” O que em Português deve ser mais ou menos assim:
“ Você vai dar ao povo da Terra um ideal a ser alcançado…”
Essa frase ficou comigo desde então. Eu gostei muito, mas a razão por ter gostado não tem nada a ver com o Super Homem ;)

7 de junho de 2013

Velozes e Furiosos 6 – Duas resenhas e uma pergunta




Desde que eu assisti esse filme eu tenho pensado em como expressar a minha opinião sobre ele da melhor forma possível e cheguei à conclusão de que seria muito difícil fazê-lo em uma resenha somente.

Então vou escrever duas: Uma positiva e uma negativa.

Resenha Positiva

Eu assisti todos os filmes Velozes e Furiosos, com exceção daquele em Tokyo (por alguma razão ainda não tenho nenhum interesse em assisti-lo) e quando vi o trailer dos Velozes 6 eu imediatamente fiquei com vontade de assistir. Eles iam trazer o time inteiro de volta. Estavam até “ressuscitando” a Letty, o que na minha opinião foi um pouquinho demais, mas uma jogada bem inteligente mesmo assim.

Então eu fui assistir e este é, sem dúvida alguma, um filme de ação. Tem ação do começo ao fim. De uma cena a outra você fica na beiradinha da cadeira ou comendo as unhas ou se perguntando o que vai acontecer em seguida.

E tem bastante partes engraçadas, o que é bom de ver em qualquer filme. Eu ri várias vezes.

Todo o resto é igual aos cinco filmes anteriores, carros velozes, lutas, você já sabe...

E isso é tudo com relação a resenha positiva, vamos agora à negativa.

Resenha Negativa

O filme não tem trama, não tem uma história interessante. A “trama” que você vê no trailer é o que você vê no filme. Nada mais, nada menos.

Mas lá estão eles vivendo a vida boa, aproveitando todo o dinheiro que roubaram no último “emprego”, até que a policia vem bater à porta pedindo ajuda. Esses criminosos são tão “bons” no que fazem, que não somente conseguem se safar  de pagar por qualquer crime que cometem, mas também são solicitados pela policia, que aparentemente não são competentes o suficiente para fazer seu próprio trabalho. Então agora são os bandidos tentando combater outros bandidos... sei...

Eles mostram o time de bandidos “bonzinhos” de tal forma que fazem com que fiquem bem aos olhos dos telespectadores. Como se eles tivessem princípios, como se o que são justificasse o que fazem.

O cara fala assim, “Todo mundo tem um lema. O meu é família”. Quer dizer que roubar, matar, infringir a lei e qualquer outro crime que você possa cometer, tudo bem, contanto que o faça pela família. Tá de brincadeira não é?
 E o engraçado (para não dizer outra coisa) é que depois de todas as coisas erradas que fizeram, eles se sentam à mesa para almoçar e dão as mãos para agradecer a Deus por tudo que têm. O QUÊ? Não vou nem falar nada a respeito disso.

A Pergunta

Velozes e Furiosos tem muitas outras mensagens erradas. É mensagem errada pra tudo quanto é lado. O tempo todo.

Se já assistiu o filme, você consegue adivinhar quais são?

Se sim, deixe os seus comentários abaixo.

Claro que é um filme “cool”, carros super rápidos, caras durões e tudo mais, mas a mensagem principal? Totalmente errada.

Oh e só mais uma coisa, sou só eu ou mais alguém ficou incomodado com o fato de que ninguém no filme deu a mínima para o que aconteceu com a Gisele no final (exceto o cara Japonês)? O_o

14 de maio de 2013

Primeiro a obrigação. Depois a diversão.


Esse tem sido um dos objetivos desse Desafio.

Há tantas coisas que requerem a nossa atenção todos os dias, o tempo todo que acabamos esquecendo porque fazemos essas coisas.

Então, há algumas semanas atrás nós tivemos uma tarefa bem interessante no Desafio do Tempo. Todas as participantes tiveram que escolher algo que queriam fazer pra relaxar e se divertir :)

Essa é uma delas:



Essa aqui é a Nanda Raissa. Ela decidiu sair com as suas sobrinhas gêmeas para assistir um filme.

Parece que se divertiram bastante, não é mesmo?

Para ver mais fotos, visite a minha PÁGINA NO FACEBOOK.