Não, essa
não é uma repetição da resenha da semana passada. Essa é sobre "Meu Malvado
Favorito 2" :)
Deixe-me
começar dizendo que eu AMEI esse segundo filme ainda mais do que o primeiro!
É tão tão
tão engraçado!!! Eu acho que um post não seria suficiente para descrever o quão
divertido foi assistir esse filme.
Pra dizer a
verdade, eu chorei de tanto rir. Duas vezes!
Tem duas
cenas nesse filme que são simplesmente demais. Eu estava rindo tanto que não
conseguia nem ficar com os olhos abertos. Me senti como uma criancinha!
Então,
antes de eu dizer qualquer outra coisa, vou dizer o seguinte:
ASSISTA
ESSE FILME! Leve seus filhos, convide o marido, vá com os seus amigos. Você não
vai se arrepender!
Mas antes
você deveria assistir o primeiro. Vai fazer mais sentido e você vai ver como o
segundo realmente completa o primeiro ;)
E a
mensagem é simplesmente muito boa. Falou muito comigo...
O primeiro
filme mostra a importância de se ter uma família e valoriza-la.
Este
segundo reforça essa ideia trazendo um ponto ainda mais forte e que algumas
pessoas parecem não dar a mínima importância.
Se você
conhece um pouquinho da história, você sabe que o Gru (o personagem principal)
adota três menininhas, a Margo, a Edith e a Agnes, mudando assim o seu mundo
pra sempre. Agora elas têm algo que antes somente sonhavam em ter: Um lar de verdade e um pai. Alguém que as ama,
cuida delas e estará sempre com elas.
Então agora
elas são felizes não é verdade? Elas têm tudo que queriam. Uma família.
É mesmo?
Deixa eu te
mostrar uma conversa que aconteceu no filme que me fez pensar duas vezes a
respeito disso.
A Agnes, a
mais novinha das meninas (e a mais fofa também) está tendo muita dificuldade em
ensaiar para uma peça de teatro da escola. A peça é sobre as mães (para o dia
das mães eu acho) e ela simplesmente não consegue falar as frases de uma
maneira natural. Toda vez que tenta, acaba parecendo um robô. Então aqui vem
seu pai ao seu resgate. A conversa é mais ou menos assim:
- - Eu
não consigo!
- - Você
vai ter que continuar tentando Agnes.
- - Eu
acho que nem deveria participar da peça de teatro.
- - Por
que não?
- - Eu
nem tenho uma mãe...
- - Bem...
então por que você não usa a sua imaginação?
- - Como
assim? Você está dizendo que eu devo fingir que tenho uma mãe?
- - Exatamente!
Você acha que consegue?
- - Sim!
Eu faço isso o tempo todo...
E aqui fica a minha pergunta para todos os leitores desse blog.
Você consegue
ver o que eu vejo nessa conversa?
Ela fala
com você tão forte como fala comigo?
O que ela
te diz?

