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26 de julho de 2013

Meu Malvado Favorito 2



Não, essa não é uma repetição da resenha da semana passada. Essa é sobre "Meu Malvado Favorito 2" :)

Deixe-me começar dizendo que eu AMEI esse segundo filme ainda mais do que o primeiro!

É tão tão tão engraçado!!! Eu acho que um post não seria suficiente para descrever o quão divertido foi assistir esse filme.

Pra dizer a verdade, eu chorei de tanto rir. Duas vezes!

Tem duas cenas nesse filme que são simplesmente demais. Eu estava rindo tanto que não conseguia nem ficar com os olhos abertos. Me senti como uma criancinha!

Então, antes de eu dizer qualquer outra coisa, vou dizer o seguinte:

ASSISTA ESSE FILME! Leve seus filhos, convide o marido, vá com os seus amigos. Você não vai se arrepender!

Mas antes você deveria assistir o primeiro. Vai fazer mais sentido e você vai ver como o segundo realmente completa o primeiro ;)

E a mensagem é simplesmente muito boa. Falou muito comigo...

O primeiro filme mostra a importância de se ter uma família e valoriza-la.

Este segundo reforça essa ideia trazendo um ponto ainda mais forte e que algumas pessoas parecem não dar a mínima importância.

Se você conhece um pouquinho da história, você sabe que o Gru (o personagem principal) adota três menininhas, a Margo, a Edith e a Agnes, mudando assim o seu mundo pra sempre. Agora elas têm algo que antes somente sonhavam em ter: Um lar de verdade e um pai. Alguém que as ama, cuida delas e estará sempre com elas.

Então agora elas são felizes não é verdade? Elas têm tudo que queriam. Uma família.

É mesmo?

Deixa eu te mostrar uma conversa que aconteceu no filme que me fez pensar duas vezes a respeito disso.

A Agnes, a mais novinha das meninas (e a mais fofa também) está tendo muita dificuldade em ensaiar para uma peça de teatro da escola. A peça é sobre as mães (para o dia das mães eu acho) e ela simplesmente não consegue falar as frases de uma maneira natural. Toda vez que tenta, acaba parecendo um robô. Então aqui vem seu pai ao seu resgate. A conversa é mais ou menos assim:

-       - Eu não consigo!
-       - Você vai ter que continuar tentando Agnes.
-       - Eu acho que nem deveria participar da peça de teatro.
-       - Por que não?
-       - Eu nem tenho uma mãe...
-       - Bem... então por que você não usa a sua imaginação?
-       - Como assim? Você está dizendo que eu devo fingir que tenho uma mãe?
-       - Exatamente! Você acha que consegue?
-       - Sim! Eu faço isso o tempo todo...


E aqui fica a minha pergunta para todos os leitores desse blog.

Você consegue ver o que eu vejo nessa conversa?

Ela fala com você tão forte como fala comigo?


O que ela te diz?

5 de julho de 2013

Homem de Aço


Quem nunca viu um filme do Super Homem? Quem não conhece a história?
Aparentemente algumas pessoas… uma das minhas amigas nunca tinha visto até que esse último saiu em cartaz (chocante… eu sei rsrs) O_o
Mas eu não estou aqui para falar sobre a história; ela é a mesma das outras passadas. Eu estou aqui para ressaltar as razões por ter gostado tanto desse, porque eu assistiria novamente e porque, caso não tenha feito ainda, poderia ser uma boa ideia assisti-lo.
O pai do Super Homem é um guerreiro. Eu me lembro que nos filmes antigos, mandar o nenenzinho embora envolvia muita emoção. Porém nesse agora, ele é mais decisivo e corajoso. Ele chega até a lutar!
Eu acho que escolheram o ator perfeito para o papel. Ele fez muito bem :) Sem contar que finalmente tiraram aquele cachinho da testa do Super Homem. Tudo bem nos anos 80, mas voltaram a usar o tal cachinho no filme de 2006… por favor!
Eu gostei muito do relacionamento entre o Clark e seu pai adotivo. Ele acreditava tanto nele! E embora não entendesse os poderes que seu filho tinha, sempre fez com que ele os visse de maneira positiva. Ele o fez sentir especial e não “esquisito”. Ele acreditava nele, no seu potencial e no que poderia se tornar. Seria muito bom se todas as crianças hoje em dia recebessem um tratamento assim da parte dos pais. Seria mais fácil para acreditarem em si mesmos…
O Super Homem não é tão confiante como nos filmes anteriores. Ele não pensa que é o tal. E isso foi uma das coisas que eu mais gostei a respeito desse filme.
Tem uma cena em que ele não sabe o que fazer. Não tem certeza se consegue confiar e alguém diz assim pra ele:
“Às vezes você tem que tomar um passo de fé. A confiança vem depois”.
Confiança foi algo que ele teve que alcançar com cada passo que deu, com cada decisão que tomou e com cada inimigo que teve que enfrentar.
Então pra resumir, eu gostei dessa versão do Homem de Aço porque mostra mais do que um alienígena com poderes especiais. Ele mostra sua indecisão, sua vulnerabilidade, seus medos e o mais importante, sua decisão de crer apesar de tudo isso.
Agora, aí está algo que todos nós entendemos muito bem, não é verdade?
E pra finalizar, tem uma frase que seu pai biológico diz bem no começo do filme. Ele diz:
“You will give the people of Earth an ideal to strive towards…” O que em Português deve ser mais ou menos assim:
“ Você vai dar ao povo da Terra um ideal a ser alcançado…”
Essa frase ficou comigo desde então. Eu gostei muito, mas a razão por ter gostado não tem nada a ver com o Super Homem ;)