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9 de janeiro de 2015

Invencível

Essa imagem mostra a minha parte favorita no filme


Antes de dizer qualquer outra coisa, vamos fazer um acordo ok?

Vamos fingir que eu tenho escrito no meu blog todo esse tempo. Eu não vou mencionar que não escrevi uma palavra sequer aqui nos últimos 10 meses e você vai fingir que eu nunca parei de escrever :)

Não, não posso fazer isso kkk

Eu senti tanta falta de escrever aqui!! E senti tanta falta de ler seus comentários que estou com medo de acabar estragando essa resenha e escrevendo tudo errado.

Mas vou tentar ok?

Como alguns de vocês já devem ter visto no meu Facebook, semana passada eu fui ao cinema – àquele cinema legal onde a cadeira reclina e a pipoca é de graça (uhu!) – e eu assisti um filme que não foi muito divulgado mas que vale tanto a pena assistir! É um filme chamado Invencível.

Ele é sobre esse rapaz, Louis Zamperini, que quando criança, nunca acreditou que poderia ser algo na vida, até que seu irmão mais velho o encorajou a se juntar à equipe de atletismo da escola. Ele se deu uma chance e descobriu que manjava muito do negócio. Ele passou a ganhar todas as competições e embora ainda fosse muito jovem, conseguiu competir nas Olimpíadas.

Alguns anos depois, ele foi enviado para a guerra no Japão. E quando estava de partida, seu irmão disse algo – preste atenção nessa parte, pois é aqui que você começa a perceber que esse filme vai ser bom. Ele diz pra ele assim:

“Um momento de dor vale uma vida de glória.”

E aí seu trem parte para a guerra.

Em uma de suas missões no Japão, o avião em que estava, cai no mar – causando a morte de 8 de seus amigos. Somente ele e mais 2 sobrevivem. Um deles, assim que entra no barquinho salva-vidas, que seria a moradia deles pelos próximos 47 dias, começa a dizer, “Nós vamos morrer! Nós vamos todos morrer!!” Adivinha o que aconteceu com ele?

Louis e seu amigo sobreviveram 47 dias no mar, comendo peixe cru e bebendo água da chuva, mas um dia houve uma grande tempestade e vendo que a morte era provavelmente inevitável, ele faz uma oração e pede a Deus para tirá-lo dali e que se o tirasse, ele O serviria para sempre e faria o que Ele quisesse. Nesse momento você sabe que esse filme vai ser MUITO bom.

A tempestade passou e eles ainda estavam perdidos em alto-mar, sem nenhum sinal de resgate. Quando todas as esperanças pareciam perdidas, um navio vem e os resgata. Mas pensa numa coisa dessas... o navio era dos Japoneses, os inimigos que eles estavam lutando na guerra!

Ele e seu amigo são levados para um campo de prisioneiros de guerra e o que acontece dali pra frente é algo além do que eu posso descrever aqui. Você tem que assistir. Tudo o que eu posso dizer é que eu nunca me esquecerei das mensagens passadas nesse filme.

Se eu tivesse que resumir todas as mensagens em uma palavra, ela seria: Resistência.

As situações que Louis passou e a sua reação à elas são simplesmente.... Você vê que há um Poder Maior com ele. Você vê que Deus está com ele em todas elas, porque senão ele não poderia e não teria sobrevivido.

Esse filme nos ensina a importância de não deixar com que as ações das pessoas nos mudem; ou com que as pauladas que a vida nos dá, nos derrubem. Ele mostra o poder de não pagar com a mesma moeda mas segurar firme no que você sabe que é certo e permanecer firme nessa fé. Sim, esse filme é sobre fé e sobre crer até o fim.

Olha só, se esse fosse um filme normal, escrito por um escritor talentoso, já seria bom, mas a melhor coisa é que ele é uma história real. Uma história sobre resistência, resiliência, perdão, fé. É sobre uma a resposta de uma oração feita em um momento de desespero. É sobre como Deus nunca abandona aqueles que crêem e confiam Nele, ainda que por muito tempo pareça que Ele o tenha feito.

Eu não posso falar mais nada, exceto que eu amei esse filme e que se você não tinha planos de assistir Invencível, você realmente deveria.

Porém eu deixarei com você essas frases muito legais do filme, só pra dar um gostinho. Quando o Zamperini disse que queria matar seus inimigos, que ele nem se importava se morresse ao fazer isso; ele só queria matá-los, um companheiro prisioneiro de guerra diz assim pra ele:

“Não é assim que os vencemos. Nós os vencemos chegando vivos ao final da guerra. Essa é a nossa vingança.”


Quer dizer... simplesmente demais!

30 de agosto de 2013

Escritores da Liberdade



Eu fico me perguntando por que será que toda vez que eu quero escrever sobre um filme que eu gostei muito, eu pareço ficar sem palavras?

Parece que não importa o quanto eu escreva ou quão bem eu explique, eu nunca conseguirei expressar aos meus leitores o porque de gostar tanto de um certo filme, especialmente quando ele é baseado em uma história real.

Isso foi exatamente o que aconteceu com a resenha do filme dessa semana. Eu estou querendo falar sobre ele há muito tempo, mas sempre achava uma “desculpa” para adiar e deixar para um outro dia... até agora.

Eu assisti esse filme pelo menos umas quatro vezes e ele sempre me surpreende.

É a história sobre uma mulher chamada Erin Gruwell (atuada por Hillary Swank), que depois de ter seguido uma carreira diferente, decide que é hora de realizar o sonho que sempre teve de ser professora. Ela aplica em uma das escolas e fica radiante quando é contratada.

Ela se prepara de todas as maneiras para o seu primeiro dia. Escolhe a melhor roupa, chega cedo e fica lá esperando nervosa e ansiosamente pelos alunos. Você consegue ver a felicidade em seu rosto. Seu sonho vai finalmente se realizar. Ela vai poder ensinar o que sabe para uma classe inteirinha de jovens e quem sabe, fazê-los ver o mundo um pouquinho do jeito que ela vê.

Ela é muito inexperiente mas oh como espera inspirá-los de alguma forma!

E assim um por um, os alunos começam a entrar na sala 203 onde terão aulas de Inglês com a nova professora e ao entrarem, ela sorri... ela quer que eles se sintam bem-vindos.

Mas ela não estava preparada para o que viu em seus rostos. Ninguém correspondeu ao seu gesto carinhoso; em vez disso ela viu raiva, desinteresse, ódio, racismo, resistência, preconceito, conflito, angustia, medo... e tudo isso no primeiro dia! Cada aluno sentou com o seu “grupinho”, virou a cadeira para o lado que queria e simplesmente fez o que bem entendia. Tudo o que queriam na verdade é que o sinal tocasse para irem para a próxima aula e depois pra casa. Ninguém estava nem aí pra ela, ninguém se importava com o fato de que ela estava presente.

Não preciso nem dizer que seu primeiro dia como professora com um desastre total e os próximos não foram diferentes. Ela tentava ensiná-los mas ninguém prestava atenção. Então ela descobriu que a maioria dos estudantes da sua classe e da escola toda eram membros de gang; eles carregavam facas e armas para a escola, brigavam entre si, brigavam fora da escola, muitos eram pobres, alguns não tinham casa e ninguém, nenhum deles acreditava que poderiam ser alguém na vida.

Eles não a respeitavam e não davam a mínima para o que ela tinha a dizer ou ensinar.

Então afinal de contas querer ser professora não foi uma boa ideia.

Talvez alguns sonhos nunca se realizam... talvez fazer a diferença em algum lugar ou na vida de alguém não é pra todos. E ao olhar para todas as coisas que estão dando errado em sua vida, você percebe que talvez... talvez você não é bom o suficiente.

Quem nunca enfrentou uma situação difícil ou uma grande decepção que lhe fez sentir exatamente assim?

Eu já.

E depois de ler isso talvez você pergunte, “Como pode esse filme ser bom? Se essa é a história, por que eu deveria assistir?

Mas é aí que a história começa a ficar bem interessante...

Eu ainda não contei a melhor parte.

Volte aqui na próxima sexta-feira que eu te conto ;)

26 de julho de 2013

Meu Malvado Favorito 2



Não, essa não é uma repetição da resenha da semana passada. Essa é sobre "Meu Malvado Favorito 2" :)

Deixe-me começar dizendo que eu AMEI esse segundo filme ainda mais do que o primeiro!

É tão tão tão engraçado!!! Eu acho que um post não seria suficiente para descrever o quão divertido foi assistir esse filme.

Pra dizer a verdade, eu chorei de tanto rir. Duas vezes!

Tem duas cenas nesse filme que são simplesmente demais. Eu estava rindo tanto que não conseguia nem ficar com os olhos abertos. Me senti como uma criancinha!

Então, antes de eu dizer qualquer outra coisa, vou dizer o seguinte:

ASSISTA ESSE FILME! Leve seus filhos, convide o marido, vá com os seus amigos. Você não vai se arrepender!

Mas antes você deveria assistir o primeiro. Vai fazer mais sentido e você vai ver como o segundo realmente completa o primeiro ;)

E a mensagem é simplesmente muito boa. Falou muito comigo...

O primeiro filme mostra a importância de se ter uma família e valoriza-la.

Este segundo reforça essa ideia trazendo um ponto ainda mais forte e que algumas pessoas parecem não dar a mínima importância.

Se você conhece um pouquinho da história, você sabe que o Gru (o personagem principal) adota três menininhas, a Margo, a Edith e a Agnes, mudando assim o seu mundo pra sempre. Agora elas têm algo que antes somente sonhavam em ter: Um lar de verdade e um pai. Alguém que as ama, cuida delas e estará sempre com elas.

Então agora elas são felizes não é verdade? Elas têm tudo que queriam. Uma família.

É mesmo?

Deixa eu te mostrar uma conversa que aconteceu no filme que me fez pensar duas vezes a respeito disso.

A Agnes, a mais novinha das meninas (e a mais fofa também) está tendo muita dificuldade em ensaiar para uma peça de teatro da escola. A peça é sobre as mães (para o dia das mães eu acho) e ela simplesmente não consegue falar as frases de uma maneira natural. Toda vez que tenta, acaba parecendo um robô. Então aqui vem seu pai ao seu resgate. A conversa é mais ou menos assim:

-       - Eu não consigo!
-       - Você vai ter que continuar tentando Agnes.
-       - Eu acho que nem deveria participar da peça de teatro.
-       - Por que não?
-       - Eu nem tenho uma mãe...
-       - Bem... então por que você não usa a sua imaginação?
-       - Como assim? Você está dizendo que eu devo fingir que tenho uma mãe?
-       - Exatamente! Você acha que consegue?
-       - Sim! Eu faço isso o tempo todo...


E aqui fica a minha pergunta para todos os leitores desse blog.

Você consegue ver o que eu vejo nessa conversa?

Ela fala com você tão forte como fala comigo?


O que ela te diz?

10 de maio de 2013

Homem de Ferro 3




Antes do primeiro filme sair em cartaz eu nunca tinha ouvido falar do Homem de Ferro. Na verdade eu pensava que tinha a ver com “O Homem da Máscara de Ferro”...  eu sei, eu sei... outro filme completamente diferente. Mas naquela época eu não me interessava tanto assim por filmes de super-heróis (isso mudou) porque eram sempre a mesma coisa. Tinha o vilão, a mocinha e um tipo de super-herói que salvaria a todos. Mas isso também mudou.

O básico continua o mesmo, mas agora está tudo bem mais legal do que antes. Eles tem efeitos especiais bem melhores, a trama geralmente é muito boa, tem ação, o romance que pra alguns de nós simplesmente não pode faltar, e no caso do Homem de Ferro, tem o Robert Downey Jr. que, na minha opinião, traz o entretenimento pra outro nível em qualquer filme onde ele está presente.

Eu gostei muito dos dois primeiros filmes do Homem de Ferro, mas o terceiro foi muito legal!

E o melhor é que é tão engraçado! Gente, eu ri o tempo todo! Foi realmente muito divertido.

Então, se você também gosta de filmes de super-heróis, definitivamente você precisa assistir esse. E presta atenção no Mandarim, ele é muito, muito perigoso. O pior vilão de todos os filmes que assisti até agora O_o

Porém se você ainda não assistiu nenhum dos primeiros, você deveria assistir na ordem certa para que possa realmente entender a história. Aqui vai a ordem correta:

Homem de Ferro
Homem de Ferro 2
Os Vingadores – se você não assistir esse, você não entende porque ele menciona tanto Nova Iorque no filme. Ele diz toda hora “desde Nova Iorque  as coisas não são do mesmo jeito”, “não consigo dormir desde Nova Iorque”... mas essa é só uma dica ;)
Homem de Ferro 3

Eu queria discutir sobre a última luta entre o Homem de Ferro e seu inimigo, mas não posso senão vou estragar o final pra vocês. Tudo o que eu posso dizer é que ela tem algo muito em comum com a última luta entre o Batman e seu inimigo no último filme do Batman.

Se você assistiu, a minha pergunta é, você sabe do que eu estou falando?

Vamos ver quem prestou atenção... hehehe.

19 de abril de 2013

A Hora Mais Escura



Quando eu vi o trailer desse filme, fiquei bastante curiosa. Você sabia que dependendo do que eles mostram nos trailers, você consegue saber se vai ser um filme bom ou não?

Por exemplo, se eles mostra muito a história, muitas cenas; se explicam muito qual é a trama, então provavelmente o filme é ruim e estão tentando te convencer a assistir ao mostrar a história toda no trailer.

Quando um filme é bom, geralmente eles só mostram pequenas partes. Eles te dão uma ideia, uma pequena pista sobre a trama do filme e é exatamente isso que faz com que as pessoas queiram assistir... elas querem descobrir o que acontece depois.

Mas às vezes isso pode não funcionar. Pode ser que não estão mostrando muito porque o filme é horrível e por isso não querem que você descubra antes do tempo rsrsrsrs...

Então quando eu assisti o trailer da “Hora mais escura” eu fiquei um pouco dividida. Eles não mostram muito, só que uma mulher provavelmente foi a responsável pela captura do Bin Laden.

Ok, então deixa eu contar um pouco sobre a história do filme.

Ele é sobre um time de agentes da CIA que foram designados para descobrir o esconderijo do Osama Bin Laden depois dos ataques terroristas às Torres Gêmeas. No começo todos os agentes estavam trabalhando incansavelmente para encontrá-lo, mas depois de usar inúmeras estratégias e investigar todas as pistas que tinham, eles começaram a aceitar o fato de que talvez nunca o encontrariam.

Até que uma agente foi contratada para trabalhar na investigação e olha, como ela fez a diferença!

Tem muita coisa bacana sobre esse filme mas se eu contar, vou acabar falando demais. Então, em vez disso deixe-me contar o que eu mais gostei.

Ele mostra o quão forte, determinada, eficiente e influente uma mulher é quando ela decide ser.

Ele ilustra claramente como às vezes na vida as pessoas não acreditarão em você ou em suas ideias, às vezes ninguém acredita, mas isso não deve ser motivo pra você desistir.

E aqui está a minha parte favorita: O poder de se focalizar e investir em algo que você acredita.

Tem uma cena nesse filme que eu gostei muito e ficou marcada em mim desde o dia em que assisti.

Um dos cabeças da CIA veio falar com a agente que citei acima, e tentando puxar conversa, ele perguntou:

“O que mais você fez pra gente nesses 12 anos que tem trabalhado para a CIA?”

Ela respondeu:

“Nada. Não fiz mais nada.”

Isso resume todo o filme pra mim. Essa é a cena que falou mais alto do que todas as outras, mas pra que você entenda, você vai ter que assistir ;)

3 de março de 2012

Sherlock Holmes – O Jogo de Sombras



Essa análise vai ser bem curtinha.

Sabe quando o primeiro filme é muito bom e o segundo é uma decepção total?

Bem, esse NÃO é  caso do Sherlock Holmes 2. Na verdade eu acho que até gostei mais desse último.

É bem divertido, bem intrigante e o mais importante de tudo, bem engraçado! Eu ri o filme todo.

O Robert Downey Jr. faz o seu papel excepcionalmente bem, inclusive falar com um sotaque britânico.

Eles não poderiam ter feito melhor.

Filme excelente, excelente!

Você tem que assistir!!!

14 de fevereiro de 2012

Terça dos bons & velhinhos - Ilha do Medo


         
Esse filme é classificado como R (restrito)

Sabe aqueles filmes que você tem que prestar bastante atenção pra entender? Bem, esse é o caso da Ilha do Medo. E mesmo se prestar, ainda assim você fica um pouquinho confuso a maior parte do tempo rsrs. E é exatamente isso que faz esse filme ser tão bom, porque você acaba tendo que desvendar o mistério :)

O filme é sobre dois U.S. Marshals interpretados por Leonardo DiCaprio e Mark Ruffalo. Eles são escolhidos para solucionar o caso de uma mulher que desapareceu do hospital/prisão onde estava internada.

Esse hospital só trata de pessoas que cometeram crimes horríveis e foram consideradas loucas. Então o que acontece é que essa paciente simplesmente desaparece do hospital, embora ele seja de máxima segurança em um ilha de onde é impossível uma pessoa escapar, a não ser que ela tenha um barco ou consiga nadar por horas em águas com temperaturas de congelar.

Quando os dois Marshals chegam lá, todos parecem bem suspeitos e ninguém sabe ou pode explicar como a mulher pôde ter escapado. Enquanto isso, todas essas coisas bem doidas estão acontecendo lá e você já não sabe mais em quem acreditar.

Esse é um filme excelente, do tipo que faz você pensar e pensar e mesmo assim não te ajuda a fazer sentido do que está acontecendo. E a melhor parte é que você pode ser bem esperto, mas não creio que você consegue adivinhar o que vai acontecer no final.

Eu lembro que mais pro final, quando o mistério finalmente é desvendado, a minha reação foi ‘NÃÃÃÃÃOOO, não acredito!!!!’ Então, espere muitas surpresas o filme todo. Tudo que eu posso dizer é que ele é muito, muito bom, não é nem um pouco previsível e um pouquinho assustador.
  
Se você gosta de filmes que te fazem pensar bastante e ficar com olhos grudados na tela, você vai gostar muito da Ilha do Medo... pode confiar ;)

11 de fevereiro de 2012

O Homem que Mudou o Jogo




Quando esse filme saiu em cartaz, eu não fiquei com muita vontade de assistir não... parecia bem chato. Algumas pessoas recomendaram, mas mesmo assim, não sei porque, não me parecia um filme bacana. Mas como eu estava errada!

Esse filme não tem ação, não tem muita emoção, não tem lutas, não tem drama mas eu gostei tanto!!!

É uma história baseada em fatos reais sobre o gerente Billy Beane (interpretado por Brad Pitt) de um clube de Baseball. Eu não entendo nada de Baseball gente, mas o filme mostra que o time administrado por Billy era bem pobre comparado com os outros e por isso não tinha condições de contratar os melhores jogadores, e como conseqüência, não conseguia ganhar nenhum jogo, muito menos campeonatos.

Então, o objetivo de Billy era dar um jeito de usar o pouco recurso financeiro que tinha para montar um time bom o suficiente para começar a ganhar os jogos e assim sair da situação precária em que o time se encontrava.

É muita coisa pra explicar aqui, por isso você deve assistir o filme e prestar bastante atenção :), mas pra resumir a história, ele opta por usar uma estratégia criada por um homem que todos julgavam louco. Ao invés de se basear na aparência e no que os outros times sempre se baseiam na hora de contratar jogadores, ele passa a se basear nas estatísticas de quanto um específico jogador consegue marcar pontos.

Ele encontra muitas dificuldades, pois ninguém acredita em sua nova estratégia, o técnico do time não coopera, ninguém acredita nele, só um outro rapaz que ele contrata que diga-se de passagem começou toda a idéia.

Estou contando muito gente?

Vou tentar resumir mais rsrsrs. Então ele faz umas loucuras... começa a se desfazer dos ‘melhores’ jogadores que tinha, força o técnico a mudar as posições dos jogadores no time, muda a sua maneira de tratar os jogadores, enfim, faz de tudo que ele podia e sabia, pois realmente acreditava na sua nova estratégia.

E o que acontece??? Funciona!

Esse filme nos ensina que se você quer fazer a diferença, você tem que ser diferente e não ir pelo que todo mundo já faz. Ele mostra a história de um homem que realmente soube fazer do limão uma limonada!

E que muitas vezes obter sucesso ou solucionar um problema é só uma questão de fé, planejamento e matemática.

Filmaço esse aqui! Está super recomendado!

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